Toda equipe de serialização conhece essa sensação. Uma única exceção não tratada. Um erro de sintaxe escondido na fila de mensagens de um parceiro. Uma remessa parada na doca do operador logístico (3PL) — e uma resposta automática prometendo retorno em 48 a 72 horas.
Isso não é hipotético. É uma conversa que Alex Roth teve com um vice-presidente de cadeia de suprimentos farmacêutica na última conferência da HDA, e é exatamente o cenário que levou um fabricante a deixar a TraceLink e migrar para a plataforma VerifyBrand da OPTEL. Em um webinar recente, Alex conversou com Scott Pugh para explicar por que essa mudança aconteceu — e o que mudou depois dela.
Gravação do webinar
O custo real de abrir um chamado de suporte
Segundo Scott, o setor precisa elevar o próprio nível de exigência: abrir um chamado de suporte com o fornecedor não deveria ser rotina, deveria ser exceção. Com a entrada em vigor da DSCSA, a conta mudou. Uma exceção travada deixou de ser apenas um incômodo — significa perda de receita, multas de transportadoras e produtos devolvidos.
Para esse fabricante, três fatores se somaram:
- Um suporte insustentável. O volume de chamados crescia, os prazos de resolução não melhoravam e a equipe dependia cada vez mais de serviços profissionais caros só para manter a operação funcionando.
- Um fornecedor ditando o roadmap. Quando o fabricante quis combinar um novo provedor L5 (Trust.Med) com seu sistema L4 existente, a TraceLink simplesmente se recusou a dar suporte à integração — um bloqueio que deixou a relação com o fornecedor de cabeça para baixo.
- Um mercado que já tinha evoluído. Ao assistir a demonstrações, a equipe percebeu o que estava perdendo: mais usabilidade, mais funcionalidades e — ao contrário do que se imaginava — um custo total menor.
Migração sem mitos
O maior mito que Scott escuta? Que trocar de sistema de serialização significa meses operando dois sistemas em paralelo e torcendo para dar certo. É aí que o Exodus, a plataforma estruturada de migração L4/L5 da OPTEL, muda o jogo.
O Exodus automatiza a migração em quatro etapas — exportação, conversão, importação e reconciliação — até o nível de cada número de série e da hierarquia pai-filho. Cada lote é reconciliado em todas as etapas e, quando chega a hora da virada em produção, todo o conjunto de dados históricos já foi testado duas vezes. Não é um botão mágico — afinal, estamos falando da indústria farmacêutica —, mas substitui o improviso por um processo validado e repetível.
Os números desta migração comprovam:
- Mais de 18 milhões de números de série migrados, abrangendo mais de sete anos de histórico
- Menos de 48 horas para toda a virada — sem sistemas paralelos, sem sobreposição
- Nenhuma remessa de saída afetada
- A maioria dos mais de 75 clientes downstream do fabricante nem percebeu que houve uma migração, graças à Trust.Med, que gerenciou essas conexões de forma independente da troca do sistema L4
A vida depois da mudança
Três meses depois, os resultados falam por si:
- Nenhum chamado de suporte aberto. Exceções ainda acontecem — sempre vão acontecer —, mas a equipe as resolve diretamente no VerifyBrand.
- Nada de edições manuais em XML. Chega de corrigir à mão arquivos T2 que ficam fora de sincronia com os dados de origem.
- Um conjunto de dados totalmente baseado em padrões — o primeiro da história do fabricante, com os dados históricos agora convertidos para EPCIS junto com todos os dados novos.
- Menor dependência de consultores externos, com o fabricante já planejando reduzir os gastos com recursos externos no próximo ano.
- Sem ciclos de atualização forçados. Chega de notas de versão quinzenais e correria com controle de mudanças — a configuração validada permanece estável, a menos que o cliente decida o contrário.
Nunca é cedo demais para começar
Uma das conclusões mais claras: as empresas não precisam esperar o fim de um contrato para começar a avaliar alternativas. A OPTEL oferece uma avaliação de exportação e conversão — uma forma de baixo compromisso para ver exatamente como está a qualidade dos dados da empresa e o que uma migração realmente exigiria, muito antes de qualquer decisão definitiva.
Como disse Scott: nada em uma relação com um fornecedor legado melhora por conta própria. Se o problema já existe, a decisão mais inteligente é começar a conversa agora.
Feito para a conformidade. Projetado para a confiabilidade.